A AMÉRICA LATINA E O COMUNISMO – CUBA

 

O COMUNISMO EM CUBA 

 

FIDEL CASTRO

FIDEL CASTRO 

Entende-se como América Latina países que fazem parte da quase totalidade das Américas do Sul e Central. Apenas o México é considerado como parte da América Latina. São vinte países  que integram a América Latina: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Col|õmbia, Cuba, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, Guatemala, México, Panamá, Nicarágua, Peru, Paraguai, Uruguai, Venezuela e República Dominicana. São vizinhos a Ásia, África, América Anglo-Saxônica, Antártida, Europa e Oceania.

Sem deixar a História para trás, Cuba é um exemplo da ação do comunismo e da ditadura de Fidel Castro e de sua  ‘vitória’ com Guevara e seus ‘barbudos’ em 8 de janeiro de 1959, com a deposição literal de Fulgêncio Batista, presidente-ditador que fazia de Cuba um quintal dos Estados Unidos, perpetrando atrocidades e desmandos de várias naturezas, em especial no quesito dos direitos humanos. Fidel, prometendo dar um fim nisto, assumiu o poder e deu início a uma ‘ limpeza do território, com a eliminação de vários líderes, dentre eles  Jésus Sosa Blanco, que foi fuzilado com o aprovo público erguendo os polegares, tal e qual a Roma a antiga.

Castro, que afirmava pretender voltar à banca de advogados só servindo a Cuba para libertar o povo cubano de  Batista, e lógico, no poder mudou radicalmente seus ditos projetos,  suprimindo as liberdades do cidadão suspendendo a Constituição de 1940. O povo queria novas eleições e ele respondia: “ Eleições para quê ?” No outono de 1960, praticamente todas as figuras da oposição, tanto políticas como militares, foram presas, deportadas, mortas por fuzilamento público, torturadas, produzindo um êxodo do país para cerca de 50 mil pessoas, grande parte profissionais literais e professores, advogados, pertencentes à classe média. Seguiu-se o mesmo processo com os da classe operária por meio de forte repressão.

 Em 1962 domina o país a CTC- Central dos Trabalhadores Cubanos, braço armado de Fidel. Em setembro de 1961 expulsa do país 131 padres diocesanos. Artistas foram obrigados a aderir a seus projetos de poder. Os discordantes, foram banidos. O slogan de seu regime tirânico era “Dentro da Revolução, tudo, fora dela, nada”. A mão armada do regime castrista era Raul castro, seu meio irmão é que apertava os gatilhos do governo. Órgãos de repressão e controle, como o DSE – Departamento de Segurança do Estado –  foram montados sob modelos da União Soviética, avalista de Castro. Centenas de informantes populares traziam notícias das opiniões do povo, nomes de seus líderes, fofocas, que acabavam na prisão deles, torturas e morte nas masmorras castristas. Os familiares dos detidos, eram impedidos de ocupar funções públicas e não tinham acesso à educação, em nenhum grau. As masmorras, chamadas de buracos de rato, só foram desativas em 1985 por força de pressões internacionais.

Cuba registra mais de cem mil cubanos que foram submetidos às forças castristas em campos, prisões ou frentes de trabalho forçado. Entre 15.000 a 17.000 pessoas foram fuziladas. Cerca de 35.000 jovens foram empregados em trabalhos obrigatórios – medida penal disciplinar, inclusive em serviço militar obrigatório e um enorme número de prisioneiros políticos.  Com o rompimento de relações diplomáticas e comerciais com os Estados Unidos, e o consequente bloqueio em 1961 e expulsão da OEA em 1962, Cuba se transformou, oficialmente, em uma república socialista, unindo-se com fortes laços de dependência e exploração à Rússia. Por morte de Fidel Castro, depois de conturbado período do ‘ vazio do poder ‘, por enfermidade do ditador, que morre em 25.11.2016, assumindo oficialmente o poder, seu meio irmão Raul Castro, que comanda Cuba de 2008 a 2018, quando ocorre um ‘ festival teatral’, elegendo o novo presidente do Conselho de  Estado  da República de Cuba,  o professor universitário Miguel Diaz-Canel, e continua  à frente do Partido Comunista Cubano e as forças armadas, nada mais nada menos que Raul Castro. Cuba usa como frente de propaganda sua medicina, e faz uso político dela para auferir resultados financeiros com oferecimento de médicos que ‘ servem’ ao sistema comunista como produtores de divisas para manutenção do poder, visto que está sem protetores internacionais como teve em seu recente passado.

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